Na APONTE, entendemos que produzir cultura é também assumir responsabilidade pública. Nosso compromisso vai além da entrega de um produto audiovisual de qualidade: atuamos para promover inclusão, equidade e ampliação real de acesso à cultura.
Trabalhamos para construir práticas consistentes de acessibilidade, fortalecimento social e respeito às diversidades, integrando impacto social à lógica de produção cultural.
Democratização do acesso
Inclusão de pessoas com deficiência
Valorização de territórios vulnerabilizados
Formação contínua das equipes
Circulação cultural com responsabilidade pública
Em todos os nossos eventos — concertos, exibições de filmes, palestras e formações — reservamos parte significativa ou até 100% dos ingressos para retirada gratuita.
Realizamos a produção de um documentário em uma periferia de São Carlos, retratando histórias de moradores locais que, pela primeira vez, puderam se ver como protagonistas de suas próprias narrativas.
Dar visibilidade a trajetórias invisibilizadas, documentar desigualdades e afirmar direitos por meio da arte é parte da nossa missão enquanto produtora cultural.
Promovemos formações regulares com nossas equipes sobre acessibilidade, capacitismo e atendimento inclusivo.
Nosso objetivo é garantir que todas as produções estejam preparadas para acolher o público com deficiência de forma respeitosa, qualificada e sensível.
Todos os nossos conteúdos audiovisuais contam com recursos de acessibilidade, sempre que aplicáveis, como:
LIBRAS
Legendagem
Audiodescrição
Em 2024, também produzimos folders em braille para distribuição em concertos, ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual às informações dos eventos.
Na turnê do projeto Entre o Piche e a Piçarra, todas as apresentações contaram com intérprete de LIBRAS ao vivo, traduzindo tanto as falas quanto as letras das canções.
Em parceria com o duo Marfim, produzimos a partitura em braille da obra “Tangência” — a primeira partitura impressa em braille da cidade de São Carlos.
O material foi doado a três bibliotecas públicas locais, passando a integrar seus acervos especializados e ampliando o acesso à prática musical para pessoas com deficiência visual.
Reconhecemos que ações isoladas não resolvem problemas estruturais. Transformações profundas dependem de políticas públicas consistentes e de mudanças sistêmicas. Ainda assim, acreditamos que a omissão é mais prejudicial do que a ação imperfeita. Escolhemos atuar. Escolhemos tensionar. Escolhemos contribuir. Seguimos comprometidos em fazer nossa parte — com responsabilidade, coerência e consciência de que cultura também é instrumento de transformação social.